SEG. A SEXTA, DAS 8H ÀS 12H E DAS 13H30 ÀS 18H.
SEJA NOSSO REPRESENTANTE CANAL DO CONSORCIADO
27/05/2021

Consórcios crescem e batem novo recorde no bimestre

por Redação Radar Imobiliário no dia 07 de abril de 2021 às 09:03

Finalizado em fevereiro, o balanço do sistema de consórcios do bimestre apontou alta de 30% nos negócios realizados, ante ao mesmo período de 2020. Inclusive registrou novo recorde de participantes ativos, cerca de oito milhões de consorciados atualmente no país.

Ao apresentar aumento no valor mensal do tíquete médio de fevereiro, em relação aos de dezembro e janeiro últimos, e manter estabilidade no volume de vendas de novas cotas, comparado ao de janeiro passado, os negócios consorciais anotaram crescimento de 33,4% sobre o mesmo período de 2020.

No resultado obtido, os indicadores do mecanismo avançaram 13,1% no total de participantes ativos, que atingiram 7,92 milhões, novo recorde histórico, sobre os 7,00 milhões do ano anterior. Com a manutenção do acumulado bimestral de adesões, houve alta nos setores de veículos leves, motocicletas, imóveis e serviços contra as retrações em veículos pesados e eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis.
 

Segundo Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, “apesar de já estarmos vivenciando picos dos efeitos da pandemia da Covid-19, conseguimos sensibilizar os que têm pretendido adquirir bens ou contratar serviços disponibilizando o consórcio como alternativa”.

Em razão das peculiaridades do Sistema, muitos interessados têm optado por essa modalidade pela inexistência de cobrança de juros, taxa de administração diminuta, prazos de pagamentos mais longos com consequentes parcelas menores e acessíveis aos orçamentos mensais, familiares e até empresariais.

Nos meses de janeiro e fevereiro, a somatória das vendas atingiu 525,33 mil novas cotas, estável em relação às 530,11 mil do mesmo período do ano passado. Paralelamente, os negócios alcançaram R$ 31,93 bilhões, nos dois meses, 33,4% superiores aos R$ 23,93 bilhões observados no ano anterior, antes do começo da pandemia.

Sem perder o ritmo de 2020 e considerando a consciência da gestão das finanças pessoais, houve melhoria nos acumulados de contemplações que, apesar da redução de 2,3%, somou 216,52 mil (jan-fev/2021) versus os 221,71 mil (jan-fev/2020) anteriores. Estes totais movimentaram R$ 10,27 bilhões, em 2021, 15,8% acima dos R$ 8,87 bilhões, em 2020.

Os dados contabilizados nos dois primeiros meses, dos últimos dez anos, mostraram o primeiro bimestre de 2021 com 525,33 mil novas cotas vendidas, classificando-o como o segundo melhor da década. O recorde ficou para o volume do ano passado com 530,11 mil adesões, antes da pandemia.

As 525,33 mil adesões foram resultados dos acumulados das 229,51 mil novas cotas de veículos leves; 175,80 mil de motocicletas; 81,61 mil de imóveis; 15,92 mil de veículos pesados, 13,65 mil de serviços; e 8,84 mil de eletroeletrônicos. A média mensal verificada nos dois primeiros meses, 262,67 mil, esteve acima da do ano passado que chegou a 251,69 mil vendas.

Na análise comparativa entre as somas atingidas nas contemplações dos bimestres, durante a década, observou-se que o recorde ficou em 2015, com 230,70 mil. Houve, ao longo dos dez anos, volumes próximos ou acima dos 200 mil/ano, com créditos potencialmente injetados nos diversos elos da cadeia produtiva brasileira.

O acumulado de 216,52 mil contemplações de janeiro e fevereiro originaram-se das 98,80 mil cotas de veículos leves; 83,66 mil de motocicletas; 14,75 mil de imóveis; 7,76 mil de veículos pesados; 7,40 mil de serviços; e 4,15 mil de eletroeletrônicos. A média mensal deste ano chegou a 108,26 mil, superando a alcançada no ano passado de 100,66 mil contemplados.

Com aumento de 37,4%, o tíquete médio de fevereiro foi de R$ 64,11 mil, acima dos R$ 46,67 mil, do mesmo mês de 2020. Além de ficar acima da média obtida no ano passado, de R$ 54,18 mil, cresceu 21,1%, na comparação com o mês de dezembro/20, e 11,9% sobre o de janeiro/21, com valores de R$ 52,93 mil e R$ 57,28 mil, respectivamente.

O Sistema de Consórcios, depois de quebrar recorde histórico de participantes ativos em dezembro de 2020 com 7,83 milhões, voltou a registrar a maior marca em fevereiro, cravando 7,92 milhões, com avanço de 1,1%. Ficou também 13,1% sobre fevereiro de 2020, quando chegou a 7,00 milhões de consorciados ativos.

Imóveis

O consórcio de imóveis assinalou crescimentos em todos os indicadores, comprovando o grande interesse dos consumidores pela modalidade, que realiza sonhos ao oferecer prazos mais longos, custos finais menores, parcelas acessíveis, entre outros.

O acumulado das adesões atingiu quase 40% de alta, que, com o aumento acima de 20% no tíquete médio, provocou avanço superior a 75% nos créditos comercializados.

Consolidada no patamar de um milhão de participantes, a modalidade tem sido procurada por aqueles que desejam a casa própria. Recente pesquisa mostrou que 57,6% dos consorciados objetivam residências urbanas.

Às 14,75 mil contemplações, acumuladas em janeiro e fevereiro, foram potenciais compradoras de 12,2% do total de 105,69 mil imóveis financiados no bimestre, incluindo os consórcios, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

No bimestre inicial de 2020, 542 consorciados-trabalhadores, participantes dos grupos de consórcios de imóveis, utilizaram parcial ou totalmente seus saldos nas contas do FGTS para pagar parcelas, ou quitar débitos, bem como ofertar valores em lances ou complementar créditos, somando acima de R$ 26,95 milhões, de acordo com o Gepas/Caixa.

 

Voltar